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Reforma sem dor de cabeça é possível com planejamento

Postado em: 11 dez 2017 | Por: | 0 comentário | 29 visitas
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Fazer uma reforma sem imprevistos é (quase) impossível, mas é possível, com um bom planejamento, reduzi-los a níveis satisfatórios

“Só vou fazer algumas mudanças: quebrar uma parede e trocar alguns itens da decoração”, uma frase típica de quem costuma fazer reforma por conta própria. Mas, muitas vezes, o que parece tão básico tende a causar surpresas indesejadas. Reformar os ambientes pode trazer vida nova para o imóvel ou virar uma dor de cabeça por falta de planejamento e conhecimento técnico. Mas, por que uma reforma causaria tanto transtorno? Não é só comprar o material e contratar um pedreiro para executar?

Nem sempre é tão lógico assim. Uma reforma precisa de planejamento, cálculo do orçamento dentro da realidade, cronograma de trabalho, conhecimento de distribuição de espaço e material adequado para a execução da obra — entre tantos outros detalhes técnicos que envolvem questões como hidráulica, elétrica e, até mesmo, uma boa noção para harmonizar os móveis e objetos de decoração. Por isso, um profissional tem a capacidade de tornar a reforma mais eficiente.

O projeto deve funcionar como uma espécie de “manual de instruções” da reforma. Nele consta todo o passo a passo a seguir, que vai desde a quantidade e tipo de material para comprar, passando por dados como, paredes a serem demolidas, tipos de forro, iluminação, pisos, altura de bancadas; até a localização, tamanho e sugestão de design de móveis e objetos de decoração.

“Com uma visão técnica é mais fácil avaliar o que é melhor para o morador, dentro do que ele pode investir na reforma.Às vezes, não é preciso fazer tantas alterações quanto a pessoa acha necessário para deixar a casa mais bonita e funcional. Em determinadas situações, por exemplo, basta mudar os móveis de lugar ou trocá-los, que já faz uma grande diferença. Nem sempre é preciso sair quebrando a casa toda para se obter mais espaço”, esclarece Ivan Cassola, arquiteto e sócio da plataforma ArkDek, que destacou os pontos que mais geram problemas quando a reforma é feita de maneira “caseira”.

Muitos problemas

São muitos os problemas que podem acontecer nas reformas de quem se aventura através do método “faça você mesmo”. O uso inadequado dos materiais é um deles. Não vai dar certo, por exemplo, o uso de piso ou revestimento de madeira sem tratamento necessário para áreas úmidas e molhadas, ou de um piso polido e escorregadio em áreas externas.

O erro no cálculo da quantidade de material a ser comprado também costuma gerar confusão, por falta de conhecimento em como se faz esse cálculo ou por não se considerar a perda de 10% a 15% (dependendo do material). Na falta de algum material cerâmico ou de porcelanato, o complemento pode vir de um lote diferente do que foi comprado — o quê, muitas vezes, apresenta diferenças na tonalidade e até no tamanho das peças.

Falhas na definição do início e no sentido da paginação de pisos e revestimentos também podem causar perda de dinheiro pelo material que precisará ser comprado de novo e pelo retrabalho da instalação. A paginação do piso, por exemplo, é sempre pensada para o melhor aproveitamento do material, minimizando recortes e perda.

Outra questão que acaba causando prejuízos numa reforma é o esquecimento de pontos de hidráulica e elétrica para dar suporte à instalação de eletrodomésticos e eletrônicos. Não considerar a saída de água e esgoto ou a tomada 220V para uma lava-louça, por exemplo, pode inviabilizar a instalação ou tornar necessário quebrar a parede para corrigir o problema.

Já na iluminação, o uso de lâmpadas e luminárias inadequadas para o ambiente são os erros mais comuns. Por exemplo, usar luz branca em locais que pedem uma iluminação mais quente ou utilizar lâmpadas quentes como as dicroicas sobre sofás e poltronas, logo acima da cabeça das pessoas, causando desconforto quando a estadia no local é prolongada.

Na hora de instalar acessórios, alguns cuidados merecem ser tomados com alturas e tipos de peças. As torneiras devem ser escolhidas de acordo com o tipo de cuba escolhida. Se o modelo da torneira escolhido for o de parede, a altura de instalação deve ser compatível com a altura de instalação da bancada, para que não fique nem muito alta nem muito baixa em relação à cuba. A bancada, inclusive, também deve ser colocada na altura adequada — para evitar desperdício na quantidade do revestimento que será instalado e um grande desconforto para quem usará o espaço.

Ambientação

Na hora de escolher os móveis, a ajuda profissional também faz toda a diferença. Um sofá muito grande para a sala ou uma cama muito grande para o quarto, por exemplo, deixam a circulação do ambiente prejudicada. A combinação e composição dos vários materiais usados na obra também é algo difícil de ser projetado por quem não é do ramo.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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